Para muitos Antonio Batista, Antonio do Batista, Toinho simplesmente, era sim chamado por familiares e amigos que nesse momento estão enlutados pela perda de um grande pai, irmão, esposo, tio, primo, padrinho e amigo... Antonio Batista morreu nesta quinta-feira dia 22 de Agosto vítima de câncer, seu corpo foi velado na manhã desta sexta-feira dia 23 na Câmara Municipal de Paracuru e logo em seguida enterrado no cemitério de sua terra natal. O amigo Antonio Batista Azevedo era filho do saudoso Francisco Batista de Azevedo, primeiro prefeito de Paracuru, representante político de tradicional família da região do Vale do Curu, foi vereador de Paracuru e Paraipaba, também teve participações em outras eleições disputando o executivo dos dois municípios aos cargos de vice e prefeito. Foi proprietário por muitos anos da Fazenda Zabelê do Batista em Paraipaba e ficou bastante conhecido pela nova geração de Paraipaba e Paracuru por ser o homem do chapéu e da D-10 verde. Antonio Batista saiu da vida mais ficará na história.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
MAIS PODER DE DECISÃO
Sabemos que a conjuntura administrativa nem sempre agrada a todos, mas talvez possa ter um simples reconhecimento por parte do povo, pulso firme nem sempre é qualidade na administração, principalmente quando a mesma é tida como "mãos de ferro", o segredo de gerir qualquer que seja a empresa publica ou privada, não é confiança na equipe montada, mas sim a equipe acreditar no gestor.
Para se conquistar confiança em um determinado grupo de trabalho o gestor tem que demonstrar postura exemplar no convívio social e seguir a doutrina de líder democrático, onde o mesmo haverá necessidade de ouvir indagações e sugestões de seu povo, diante do exposto o mesmo não apenas balançará a cabeça para tudo que for sugerido e sim ter convicções sérias e concretas, agindo com veracidade em suas atitudes e proferir decisões firmes com transparência para que seus seguidores não tenham dúvidas, por exemplo um certo líder informa aos seus súditos de maneira simples e clara que não aceita alguns costumes em sua empresa e que a prática dos mesmos é imperdoável, certamente seus súditos irão entender que esses costumes lhe trarão consequências desagradáveis, portanto liderança não precisa agradar meia dúzias de pessoas e ao mesmo tempo ferir a imagem do gestor e sim a grande maioria, pois é imprescindível em qualquer que seja a liderança o fator decisão.
Contudo o líder tem que ofertar ao seu governo dinamismo e saber agir na hora certa e no lugar adequado, proliferando confiança e segurança a sua gente, agindo com poder de decidir em todos os momentos de sua carreira, sejam eles bons ou ruins.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
DOIS PERIMETROS IRRIGADOS TEM RESTRIÇÃO DE USO
O baixo volume de água na
bacia do Curu, localizado nos municípios de Pentecoste e São Luiz do
Curu, tem provocado restrição do uso de água para abastecer os
perímetros irrigados de Curu-Paraipaba e Curu-Pentecoste. Juntos, os
perímetros correspondem a 4.022 hectares de áreas irrigadas. O Ceará tem
um total de 14 perímetros irrigados. De acordo com a Companhia de
Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), a vazão de água para os
perímetros tem se mantido dentro do limite aprovado pelos comitês de
cada bacia.
Segundo o monitoramento feito nos 144 açudes
administrados pelo Dnocs e Cogerh, 51,3% deles estão com volume de água
inferior a 30%. As bacias hidrográficas do Banabuiú e do Alto Jaguaribe
são as mais afetadas, cada uma com 12 açudes na estatística. Atualmente,
os reservatórios contêm 41,3% da capacidade total, tendo apenas 7,7
bilhões de metros cúbicos dos 18,3 bilhões que podem armazenar.
Mesmo
com o quadro de seca, o Diretor de Produção do Dnocs, Laucimar Loiola,
garante que os perímetros em nada prejudicam o abastecimento de água
para consumo humano. “Os açudes que estão com reserva isso hídrica
comprometida estão deixando de ser utilizados”, diz. (JB)
FONTE: O POVO
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Parabéns João Mota! 60 Anos muito bem vividos e cheio de amigos!
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João Mota, Vice-Governador Domingos Filho e Guto Mota |
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João Mota, Deputado Federal Domingos Neto e Guto Mota |
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João Mota, Deputado Estadual Sergio Aguiar e Guto Mota |
" Você meu AMIGO de FÉ, meu irmão CAMARADA
AMIGO de tantos caminhos de tantas jornadas
Cabeça de HOMEM mas o CORAÇÃO DE MENINO
Aquele que está do meu lado em qualquer CAMINHADA
Me lembro de todas as LUTAS meu bom companheiro
Você tantas vezes provou que é um grande GUERREIRO
O seu coração é uma casa de PORTAS ABERTAS
Amigo você é o mais CERTO das horas incertas
As vezes em certos MOMENTOS DIFÍCEIS da vida
em que precisamos de alguém para AJUDAR na saída
A sua palavra de FORÇA, de FÉ e de CARINHO
Me dá a certeza de que eu NUNCA estive SOZINHO
Você meu AMIGOS DE FÉ, meu IRMÃO CAMARADA
SORRISO e ABRAÇO FESTIVO da minha chegada
Você que me diz as VERDADES com frases abertas
AMIGO você é o mais CERTO das horas incertas
Não preciso nem dizer, tudo isso que eu lhe digo
Mas é muito bom saber que eu tenho um GRANDE AMIGO! "
Letra da Música - Meu Amigo de Fé
Roberto Carlos
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Guto, João Mota e Irene Mota |
Papai, você
é uma das maiores razões da minha vida. Seus conselhos, suas
explicações são de grande importância para mim. Você é cheio de força de
vontade, de fé, de esperanças. E neste dia, PAPAI, quero desejar com
todo o meu carinho e amor, toda felicidade e saúde que você merece nesta
vida. Pois, acima de tudo, EU TE AMO!
Parabéns pelo seus 60 anos muito bem vividos e pelos muitos AMIGOS que você conquistou nesses 60 anos de vida!
terça-feira, 6 de agosto de 2013
PRAÇA DE FORTALEZA RECEBE NOME DE PARAIPABENSE
Álvaro Weyne: Praça homenageia antigo morador do bairro
Nem só com o nome de famosos, autoridades ou heróis são
batizadas as ruas e praças de Fortaleza. Pessoas comuns podem deixar
marcas profundas na comunidade onde viveram. Por isso, também merecem
ser homenageadas.
Esse é o caso de José Ribamar dos Santos,
que hoje dá nome a uma praça na rua Morumbi, no bairro Álvaro Weyne.
Graças ao trabalho e insistência dele, os moradores podem usufruir do
espaço para conversar, brincar com as crianças e, até mesmo, estender
roupas no varal.
No fim da década de 1960, a pequena rua
Morumbi era habitada por poucas casas. Um riacho passava aos fundos. O
mato e areia tomavam conta de um terreno localizado no centro da via.
Mais
ou menos nesse período, José Ribamar deixou a cidade de Paraipaba (a 93
km de Fortlaeza) para tentar a vida na Capital. Em 1973, ele casa-se
com Maria Aguiar - companheira de toda a vida. É ela quem narra toda a
trajetória de vida do marido.
José começou a cuidar do
terreno. Tinha cismado que ali deveria ser uma praça. Com os colegas,
arranjou um trator e fez um descampado. Até que uma invasão tomou conta
do local. Depois de muita luta, os barracos foram retirados e a
população voltou a construir a praça. Aos poucos, os moradores plantaram
árvores, colocaram bancos, improvisaram um meio-fio.
Até que
a Prefeitura de Fortaleza construiu, de fato, a praça - em formato
triangular. Hoje, os moradores queixam-se do abandono. “Quando ninguém
sabia da praça era muito bom. Ela era linda”, afirma dona Maria.
Ribamar
faleceu em 2001, aos 53 anos. Morou por mais de 30 anos no bairro
Álvaro Weyne. Recebeu uma homenagem mais do que justa dos demais
moradores pois, sem o esforço dele, provavelmente a praça não existiria.
Prefeito
O nome do bairro é
inspirado no ex-prefeito de Fortaleza Álvaro Weyne, que comandou a
cidade entre 1928 e 1930 e, depois, entre 1934 e 1936. Em matéria
publicada no O POVO nos Bairros, que visitou o bairro em 1994, é
informado que Álvaro Weyne era conhecido como “o prefeito das flores”.
Segundo o texto de Ivonilo Praciano, a fama é justificada pela
preocupação do ex-prefeito “com a arborização da cidade e de construir
nas praças públicas verdadeiros jardins floridos”.
Segundo o
presidente da Associação dos Moradores do Fim da Linha do Álvaro Weyne
(Amflaw), Gevacir Ferreira, o projeto O POVO nos Bairros foi um marco
importante para a comunidade. Nele, os moradores puderam resgatar a
própria história e comemorar, pela primeira vez, o aniversário do
bairro. “Hoje é uma festa tradicional, que reúne cerca de 15 mil
pessoas”, afirma o presidente. A comemoração acontece, sempre, no último
sábado de agosto.
Em 1994, as matérias chamavam a atenção
para a desigualdade existente no Álvaro Weyne. Enquanto grandes
indústrias existiam no bairro, 70% população era considerada carente.
Hoje, boa parte dessas empresas fechou as portas. “Foi um tempo de
prosperidade. Mas as indústrias saíram e ficou muita gente
desempregada”, recorda dona Maria Aguiar. Hoje, pode-se dizer que o
Álvaro Weyne tem um perfil mais residencial e comercial.
Reforma da praça
A
Secretaria Regional I informa que um fiscal será enviado hoje para
avaliar a situação atual da praça José Ribamar dos Santos. Depois disso,
é que poderá ser feito um projeto de reforma para o logradouro.
O POVO
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